A minha Moleskine é um blog!

Novembro 03 2011

 

 

 

Esta é uma história já muito conhecida de Luís Sepúlveda, um escritor Chileno com uma história de vida muito peculiar... Ingressou nas fileiras da Juventude Comunista e foi militante do Partido Socialista. No ano em que  General Augusto Pinochet chegou ao poder, ainda estudante, foi preso e condenado a 28 anos de prisão por traição à pátria e conspiração subversiva. Graças à amnistia internacional cumpriu apenas 8 anos exilado na Suécia. Foi autor de inúmeras obras traduzidas para várias línguas. Aquilo que mais o caracteriza é sem dúvida usar o seu país como tema da narrativa.

 

 

Terá prometido um dia aos seus três filhos, Sebastián, Max e León, escrever uma história sobre o mal que o homem faz ao meio ambiente. Prometeu e cumpriu, escrevendo a História De Uma Gaivota E Do Gato Que A Ensinou A Voar. Este livro foi escrito na fase de militância de Luís Sepúlveda, na Greenpeace.

 

Ao mesmo tempo que se desenrola a história, este livro chama a atenção da poluição irresponsável dos oceanos, por parte das companhias de navegação e das companhias petrolíferas e da luta da Greenpeace, contra estas actuações impunes:

 

“…Grandes barcos petroleiros aproveitavam os dias de neblina costeira para se afastar pelo mar dentro para lavar os tanques. Atiravam ao mar milhares de litros de uma substância espessa e pestilenta que era arrastada pelas ondas. Mas vira também que às vezes umas pequenas embarcações se aproximavam dos petroleiros e os impediam de esvaziar os tanques. Infelizmente aquelas embarcações decoradas com as cores do arco-íris nem sempre chegavam a tempo de impedir o envenenamento dos mares”.

 

É a história de Zorbas, um gato grande, preto e gordo. Um dia, uma formosa gaivota apanhada por uma maré negra de petróleo deixa ao cuidado dele, momentos antes de morrer, o ovo que acabara de pôr.

 

Zorbas, que é um gato de palavra, cumprirá as promessas que nesse momento dramático lhe é obrigado a fazer: não só criará a pequena gaivota, como também a ensinará a voar. Tudo isto com a ajuda dos seus amigos Secretário, Sabetudo, Barlavento e Colonello, dado que, como se verá, a tarefa não é fácil, sobretudo para um bando de gatos mais habituados a fazer frente à vida dura de um porto como o de Hamburgo do que a fazer de pais de uma cria de gaivota...

 

Uma fábula em jeito de parábola com uma mensagem extraordinária sobre o homem e sobre os animais... a nobreza de uns e falta de valores dos outros...

 

"Infelizmente os humanos são imprevisiveis. As suas melhores intenções causam muitas vezes os piores danos"  

 

 

 

publicado por vcl às 13:30

Outubro 27 2011

 

 

 

Este é o primeiro de uma triologia fascinante. Recomendo!

 

O autor  Stieg Larsson foi jornalista e escritor. Era Sueco. Pouco depois de entregar aos seus editores os manuscritos da Triologia Millennium faceleu de ataque cardíaco sem ter assistido ao fenómeno de vendas... Tinha 50 anos. Em 2008  foi o segundo autor mais vendido no mundo...

 

 O jornalista de economia MIKAEL BLOMKVIST precisa de uma pausa. Acabou de ser julgado por difamação ao financeiro HANS-ERIK WENNERSTÖM e condenado a três meses de prisão. Decide afastar-se temporariamente das suas funções na revista Millennium. Na mesma altura, é encarregado de uma missão invulgar. HENRIK VANGER, em tempos um dos mais importantes industriais da Suécia, quer que Mikael Blomkvist escreva a história da família Vanger. Mas é óbvio que a história da família é apenas uma capa para a verdadeira missão de Blomkvist: descobrir o que aconteceu à sobrinha-neta de Vanger, que desapareceu sem deixar rasto há quase quarenta anos. Algo que Henrik Vanger nunca pôde esquecer. Blomkvist aceita a missão com relutância e recorre à ajuda da jovem LISBETH SALANDER. Uma rapariga complicada, com tatuagens e piercings, mas também uma hacker de excepção. Juntos, Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander mergulham no passado profundo da família Vanger e encontram uma história mais sombria e sangrenta do que jamais poderiam imaginar.

 

Os outros...

 

A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo

 

 

 

Neste segundo volume da trilogia Millennium, Lisbeth Salander é assumidamente a personagem central da história ao tornar-se a principal suspeita de dois homicídios. A saga desenvolve-se em dois planos que se complementam e só a solução do primeiro mistério trará luz ao segundo:  Há que encontrar os responsáveis pelo tráfico de mulheres para exploração sexual para se descobrir por que razão Lisbeth Salander é perseguida não só pela polícia, mas por um gigante loiro de quem pouco se sabe.

 

 

 A rainha no palácio das correntes de ar

 

 

 

Lisbeth Salander sobreviveu aos ferimentos de que foi vítima, mas não tem razões para sorrir: o seu estado de saúde inspira cuidados e terá de permanecer várias semanas no hospital, completamente impossibilitada de se movimentar e agir. As acusações que recaem sobre ela levaram a polícia a mantê-la incontactável. Lisbeth sente-se sitiada e, como se isto não bastasse, vê-se ainda confrontada com outro problema: o pai, que a odeia e que ela feriu à machadada, encontra-se no mesmo hospital com ferimentos menos graves e intenções mais maquiavélicas…
Entretanto, mantêm-se as movimentações secretas de alguns elementos da Säpo, a polícia de segurança sueca. Para se manter incógnita, esta gente que actua na sombra está determinada a eliminar todos os que se atravessam no seu caminho.
Mas nem tudo podia ser mau: Lisbeth pode contar com Mikael Blomkvist que, para a ilibar, prepara um artigo sobre a conspiração que visa silenciá-la para sempre. E Mikael Blomkvist também não está sozinho nesta cruzada: Dragan Armanskij, o inspector Bublanski, Anika Gianini, entre outros, unem esforços para que se faça justiça. E Erika Berger? Será que Mikael pode contar com a sua ajuda, agora que também ela está a ser ameaçada? E quem é Rosa Figuerola, a bela mulher que seduz Mikael Blomkvist?
publicado por vcl às 11:16

Outubro 27 2011

Este livro foi uma descoberta extremamente agradável. Amei... Acho que tem tudo a ver comigo... Adoro livros que me levam a viajar... a sentir os cheiros... os lugares e as pessoas. Sem dúvida a não perder. Já vi igualmente o filme... mas o livro é mais intenso!

 

Aos 34 anos, Elizabeth Gilbert, escritora premiada e destemida jornalista da GQ e da SPIN, descobre que afinal não quer ser mãe nem viver com o marido numa casa formidável nos subúrbios de Nova Iorque e parte sozinha numa viagem de 12 meses com três destinos marcados: o prazer na Itália, o rigor ascético na Índia, o verdadeiro amor na Indonésia. Irreverente, espirituosa, senhora de um coloquialismo exuberante, Elizabeth não abandona um minuto a sua auto-ironia e conta-nos tudo acerca desta fuga desesperada ao sonho americano que começou no momento em que encontrou Deus.
Quando fez 30 anos, Elizabeth Gilbert tinha tudo o que uma mulher americana formada e ambiciosa podia querer: um marido, uma casa, uma carreira de sucesso. Mas em vez de estar feliz e preenchida, sentia-se confusa e assustada. Depois de um divórcio infernal e de uma história de amor fulminante acabada em desgraça, Gilbert tomou uma decisão determinante: abdicar de tudo, despedir-se do emprego e passar um ano a viajar sozinha. "Comer na Itália, Orar na Índia e Amar na Indonésia" é uma micro-autobiografia desse ano.

O projecto de Elizabeth Gilbert era visitar três lugares onde pudesse desenvolver um aspecto particular da sua natureza no contexto de uma cultura que tradicionalmente se destacasse por fazê-lo bem. Em Roma, estudou a arte do prazer, aprendeu a falar Italiano e engordou os 23 kilos mais felizes da sua existência. Reservou a Índia para praticar a arte da devoção. Com a ajuda de um guru nativo e de um cowboy do Texas surpreendentemente sábio, Elizabeth empenhou-se em quatro meses de exploração espiritual ininterrupta. Em Bali, aprendeu a equilibrar o prazer sensual e a transcendência divina. Tornou-se aluna de um feiticeiro nonagenário e apaixonou-se da melhor maneira possível - inesperadamente.

 

 

publicado por vcl às 11:07

Outubro 27 2011

 

Mais um da Nicky Pellegrino... muito agradável... daqueles que apetece ler... junto à lareira com um chocolate quente!!! Sem dramas!!!

 

A receita para a vida devia ser simples: amor, família, amigos, saúde e uma boa dose de delícias gastronómicas. Mas a vida raramente é simples. Alice sabe também como ela pode ser frágil, por isso quer desfrutá-la ao máximo… e nunca se sente tão viva como quando está a cozinhar. Por seu lado, Babetta passou a vida a cuidar da família. Mas agora os filhos já cresceram e seguiram os seus próprios caminhos, deixando-a só na sua pequena casa junto à costa italiana.
Um Verão, as vidas destas duas mulheres vão unir-se numa pequena aldeia no Mediterrâneo, sob a linguagem comum da comida e do amor pela terra. Vai ser aí, sob o calor do sol italiano, ou a sombra da romãzeira, que segredos serão desvendados, e medos e esperanças partilhados. Mas as lições da vida nem sempre são fáceis de aprender…

 

publicado por vcl às 10:59

Outubro 27 2011

 

 

Eu gosto particularmente desta autora :). A escrita é leve... sem dramas e sempre com um cheirinho a Itália... massas e pizas!!!

 

«Rosie, Addolorata, Toni e Lou: onde quer que estejam, estas quatro amigas cumprem sempre o pacto que fizeram quando eram ainda colegas de escola. Apesar de terem seguido rumos muito diferentes, todos os anos se reúnem para passar férias num destino paradisíaco. Entre confissões, romances e pura evasão, os lânguidos dias passados ao sol em encantadoras villas são-lhes imprescindíveis.
Lou é insegura e debate-se permanentemente com os seus sonhos e expectativas.  A inconveniente Toni encontrou no jornalismo uma carreira à sua medida mas as suas escolhas pessoais parecem ser uma eterna fonte de problemas. Como boa filha de italianos, a extrovertida Addoloratta, gosta de partilhar o seu amor pela vida. Será ela a salvar Rosie da solidão em que vivia desde a morte dos pais e a incluí-la neste grupo de amigas. Inesperadamente, será a tímida Rosie quem vai ver o seu futuro mudar mais radicalmente graças ao pacto… e a um sensual italiano chamado Enzo.»

publicado por vcl às 10:38

Outubro 27 2011

 

Este foi, sem dúvida o melhor livro que li sobre ética. Foi escrito por Fernando Savater, um escritor e filósofo espanhol, catedrático de ética.

 

Trata-se de um livro "de pai para filho". Savater ensina as opções e os valores da liberdade a um adolescente (o filho). Trata-se de um livro indispensável. Numa linguagem clara, profunda e ao mesmo tempo divertida, Savater explica o que é a  Ética e como a podemos aplicar à nossa vida quotidiana para tentarmos viver da melhor maneira possível connosco e com os outros. De forma simples somos chamados a reflectir sobre:

 

 

 liberdade de escolha

 responsabilidade,

o valor da amizade

o amor

o respeito

a posse

o poder

 

Algumas frases que me ficaram…

 

“ O que me interessa não é saber se há vida depois da morte, mas sim o facto de haver vida antes. E interessa-me que essa vida seja uma boa vida, não uma simples sobrevivência ou medo de morrer”

 

“Tenta não gastares a tua vida a odiares e a ter medo”

 

“ O máximo que podemos obter seja do que for é a alegria. Tudo o que conduz à alegria tem justificação e tudo o que nos afasta da alegria é o caminho errado… mas o prazer só é magnifico e desejável quando colocado ao serviço da alegria, mas não quando a turva ou compromete!”

 

“ A única coisa para que a ética serve é para nos tentarmos melhorar a nós próprios e não para repreender eloquentemente o vizinho”.

 

“ E a única coisa certa que a ética sabe é que o vizinho, tu, eu e os restantes fomos todos feitos artesanalmente, um a um com apaixonada diferença

 

publicado por vcl às 10:31

Estas são as minhas anotações sobre a vida! Quero registá-las para não as esquecer! Quero que um dia as possas ler!
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